´Meu único desejo é um pouco mais de respeito para o mundo, que começou sem o ser humano e vai terminar sem ele" Lévi Strauss

sábado, 14 de julho de 2012

Falando do Projeto Horta na Oca...




"Nosso Senhor bem sabe que eu não suporto todas estas penas para acumular tesouros nem para descobri-los para mim; pois, quanto a mim, bem sei que tudo o que se faz neste mundo é vão, se não tiver sido feito para a honra e o serviço de Deus" (Trecho retirado do diário de Cristovão Colombo em sua terceira viagem. In.Las Casas, Historia,I,146)

Hummmmm... então... Lembram-se do nosso projeto Horta na Oca, onde fizemos uma proposta de criar algo que pudesse melhorar a qualidade de vida dos nossos amigos da Aldeia? Pois é, infelizmente não aconteceu como esperávamos...
Vamos explicar:
Quando expliquei às pessoas conhecidas sobre esse projeto, muitos se interessaram e se dispuseram a ajudar. Houve até um contato, que se mostrou tão interessada que chegou a me propor a criação de uma ONG a partir dessa ação, Horta na Oca!! Ah, ficamos todos muito felizes, tudo parecia um sonho! Recebi a promessa de que esse projeto seria cuidadosamente estudado, mas que com toda a certeza teria a aprovação dessa organização para a criação da Ong, que receberia incentivos não só para a realização da Horta Mãe, como também outras ações comunitárias para ajudar nossos amigos.... Porém deve haver muitos outros projetos tão importantes como o nosso também sendo estudados, mas acreditamos que um dia poderão nos ajudar!
Outras pessoas, também conhecidas, demonstraram  interesse em ajudar, contribuindo com sementes e até mesmo em ir à Aldeia ajudar na construção e plantio da Horta. Mas, São Paulo é uma cidade muito grande, e todos tem muito o que fazer, todos correm para resolver seus próprios problemas, e acabaram não tendo tempo para participar do nosso sonho.
Eu e o Wilner, embora com todas as dificuldades, não deixamos nosso sonho de lado. Compramos 130 pacotes de sementes, que custam por volta de R$1, e ainda levamos várias mudas de árvores e plantas para a aldeia, para iniciarmos nossa obra.  Porém diante da falta de recursos para irmos à Reserva com muita frequência e falta de recursos para comprarmos telas de proteção para cercar a horta, resolvemos começar como podíamos. Instruimos nossos amigos a semearem as sementes em recipiente adequado, para que as primeiras mudas fossem  produzidas. Assim eles fizeram, sem ter a supervisão necessária, para a realização da tarefa. 
Quando voltamos, tivemos uma grande decepção, pois as mudas, já germinadas foram totalmente destruídas por  formigas!!! Parece que esse pequeno animalzinho também queria se alimentar.....rsrsrsrsrsrs.... Contando, parece até engraçado, visto que também são expressões de vida, mas ficamos muito tristes, pois vimos nosso sonho ser "devorado", por esses bichinhos!
Perdemos todo o investimento para formação da nossa Horta tão sonhada...
Desistimos???? Não. Não desistimos e nem iremos desistir. Apenas teremos que pensar melhor em como continuar para que esse projeto possa se realizar.
Nossos amigos (indígenas), infelizmente, terão que esperar mais um pouquinho. Estão ansiosos por esse dia, assim como nós. 
Não perdemos a fé!  
Essa horta ainda há de existir, e dela sairão outras pequenas hortas para abastecer toda a Reserva, e nunca mais nossos amigos passarão necessidade com alimentação, e terão a dignidade de produzir seu próprio alimento, sem ter que depender de assistencialismos.
Se você que está lendo essa postagem, se sensibilizou e sentiu vontade de contribuir de alguma maneira, entre em contato conosco, nos escrevendo um email: peladignidadehumana@terapiasecursos.com.br

O sonho não acabou!!!
Beijos a todos
Sandra

Faz tempo...

Faz um tempinho que não tenho entrado aqui devido essa correria da cidade grande...
Por conta disso, tive que diminuir minhas idas a Aldeia...
Mas isso não significa que não desisti do nosso trabalho, muito pelo contrário, nesse tempo conheci alguém muito especial, que se apaixonou pelo projeto e cultura da nossa  Aldeia, e resolveu fazer um documentário a respeito, baseado em nossa experiência. Trata-se de Pepe Chaves, jornalista responsável pelo jornal on line Via Fanzine, um jornal original e verdadeiro, de Belo Horizonte-MG.
Pepe Chaves, desde que conheceu nosso trabalho, vem se empenhando com sinceridade em divulgá-lo, e se responsabilizou então pela produção de um documentário a respeito da Aldeia!
O documentário será lançado em 27 de julho desse ano, mas já podemos imaginar como ficará, assistindo ao trailler que ele já nos adiantou, com extrema competência. A trilha sonora foi exclusivamente criada para esse documentário!!!
Nossa, parece um sonho!
Espero vocês para assistirem  o trailler de Coração Guarani!!!


Parabéns, Pepe Chaves pela sua maravilhosa produção! Agradeço também ao Marcus Elisio, o Marquinho, da Associação Cepex, que tão gentilmente tem cedido espaço em seu site para divulgação do nosso trabalho.  O Marquinho, é uma pessoa muito especial, que também heroicamente, mantém uma obra social ensinando as crianças carentes de sua comunidade, a aprenderem melhor!

Beijos a todos!!!



sábado, 7 de janeiro de 2012

Projeto Horta na Oca






Somos um grupo de voluntários (www.peladignidadehumana.blogspot.com) e estamos com um projeto de criar um pomar e uma horta na reserva indígena Rio Silveira. Existem várias famílias que enfrentam muitas dificuldades materiais, por falta de emprego e condições necessárias para viverem entre os brancos. Crianças e idosos com problemas de desnutrição. Sendo assim, estamos construindo uma grande "horta-mãe", para a produção de alimentos que servirão à tribo e logo que estiver em condições, estará fornecendo sementes e mudas para a criação de novas hortas e assim suprir toda a aldeia.
Para a realização desse projeto, necessitamos de parceiros que contribuam com: sementes e mudas para a horta (verduras e legumes) e para o pomar (árvores frutíferas). Tela metálica para proteção (tela de galinheiro), adubo e afins. Conforme especificado no projeto abaixo.




 *Doações de roupas, calçados, brinquedos, utensílios domésticos, roupas de cama, colchões, etc, também são bem-vindas, visto que as necessidades da aldeia são constantes.








Reserva Rio Silveira:


A Reserva Indígena Guarani do Rio Silveira está localizada na Mata Atlântica e faz divisa com os municípios de Bertioga e São Sebastião. Situada na Região Sul do município no bairro de Boracéia, está  a 60 KM aproximadamente do Centro Histórico de São Sebastião.
Os índios tem como moradia pequenas ocas construídas em pau-a-pique coberta com palha e ou casas construídas com madeira da própria Aldeia, coberta com piaçava. A alvenaria, a madeira e a palha se misturam em sua construção, trazendo características indígenas bastante pronunciadas, e um pouco do conforto ocidental, como banheiros domiciliares para cada oca.
Os índígenas vivem economicamente do cultivo e comércio  de produtos agrícolas como o palmito, a pupunha; plantas ornamentais como orquídeas, bromélias e bastão do imperador e o artesanato indígena que é a base principal de sua atividade. Os produtos comercializados são responsáveis pelo desenvolvimento econômico da comunidade e a renda obtida com o comércio dos produtos, são investidos na complementação da renda das famílias envolvidas na produção. Não há produção de excedentes. Toda caça e doações recebidas, gentilmente são divididas entre todos os membros do grupo em partes iguais.

PROJETO HORTA NA OCA

Motivos e necessidades: 

Como se trata de um aldeia indígena não existe por lá, produção de excedentes, nem cultivo de alimentos que possam suprir as necessidades materiais da tribo. Pensando nessa lacuna, idealizamos um projeto inicial de uma "horta-mãe", onde plantaremos toda a diversidade de hortaliças para a produção de alimentos, assim também como um pomar para consumo interno. Posteriormente, serão retiradas mudas e sementes dessa "horta-mãe" para a  criação de novas hortas ao longo da aldeia para suprir as famílias habitantes.
Nessa horta serão plantadas mudas e semearemos sementes de: tomates, abóboras de vários tipos, quiabo, jiló, chuchu, mandioca, batata, cenoura, rabanete, beterraba, e verduras em geral.
Para o pomar: jaca, manga, abacate, lichia, fruta do conde, ameixa, melancia, maracujá, laranja, limão, tangerina, jabuticaba, pitanga, etc...

Recursos disponíveis:
  • Terreno para horta-mãe 10  X 25 m.
  • mão de obra local (os próprios moradores)

Material necessário:
  • tela metálica (tipo galinheiro) para  proteção
  • estrutura para a sustentação da tela
  • adubo
  • sementes e mudas (hortaliças e frutas)
  • orientação agrária
  • serviço voluntário

Objetivo:
  • Levar a aldeia a produzir  uma horta auto-sustentável, para suprir suas necessidades.

Contato:
Sandra
celular: (011) 8129-1471
email: peladignidadehumana@terapiasecursos.com.br

 Agradecemos a todos que nos visitam!!!

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Os Maias - O Paraíso Destruído

A civilização Maia teve um desenvolvimento notável nas Artes, na Religião, na Escrita, na Astronomia, Arquitetura e na Matemática. Tiveram seu auge no período pré-colombiano, conhecendo a decadência após a conquista espanhola.

Logo estarei postando matérias sobre essa civilização fantástica que até hoje sobrevive através da resistência e de seus descendentes!
Sandra

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Antropólogo dos EUA vive entre índios maranhenses há mais de 50 anos

A maior e mais longa pesquisa sobre uma tribo indígena já realizada registrou desde os rituais até o comportamento sexual dos índios canelas.









Um americano, antropólogo, com quase 90 anos, é o responsável pelo maior e mais longo estudo sobre os índios canelas, do Maranhão. Ele registrou mais de 50 anos da vida na aldeia. Até o comportamento sexual dos índios foi pesquisado.
Nos passos da coreografia tribal, um homem branco de 87 anos usa bengala para dançar. Porque o herdeiro de uma das maiores fortunas da Califórnia largou tudo para viver entre os índios do Brasil? “Porque encontrei outra coisa melhor para fazer. Muito melhor. Sempre me dediquei a antropologia. Uma vez que encontrei a antropologia, não tinha outra coisa para fazer”, resume o antropólogo Bill Brocker.
Filho de banqueiro, ele abandonou os negócios da família nos EUA e foi estudar os índios canelas, uma etnia do grupo timbira, que vive na aldeia Escalvado, no município de Fernando Falcão, no centro sul do Maranhão.
Ele é provavelmente também o antropólogo mais idoso do mundo fazendo pesquisa de campo. A foto do índio Francisquinho Tephot foi tirada pelo próprio Bill em 1957, quando esteve no Brasil pela primeira vez. Francisquinho Tephot, que aparece na foto aos 18 anos, nunca tinha vista o um branco antes. Foi da estranheza a uma amizade que já dura 54 anos.
Anfitriões perfeitos, os índios canelas adoram receber. O visitante é adotado por uma família e recebe logo um nome indígena. A família de Bill é a mesma a mais de cinco décadas. A irmã indígena Dominga o recebeu em 1957 e cozinhou para ele.
Bill relata o primeiro almoço na aldeia: “Eu sentei no chão, porque só tinha esteira, mas não tinha colher nem garfo. Eu comi com os dedos, entre eles. Na mesma família”.

Hoje, sentado a mesa, comendo no prato e usando talheres, Bill faz das mudanças culturais da aldeia a base de uma impressionante pesquisa realizada com a ajuda dos índios.
Bill pediu a eles que escrevessem diários, que registrassem o que acontecia em volta. Os diários começaram 1964. “Comecei a escrever as coisas, tudo que passa pelo pátio, organização lá dentro da aldeia”, conta um índio. E continuam a ser feitos ate hoje.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Após o incêndio...


"Deus criou todas essas gentes infinitas, de todas as espécies, mui simples, sem finura, sem astúcia, sem malícia, mui obedientes... [...]; mui humildes, mui pacientes, mui pacíficas e amantes da paz, sem contendas, sem perturbações, sem querelas, sem questões, sem ira, sem ódio e de forma alguma desejosos de vingança. São também umas gentes mui delicadas e ternas. São gente pobre que possui poucos bens temporais, nem mesmo são soberbos, nem ambiciosos, nem invejosos. [...] Têm o entendimento mui nítido e vivo; são dóceis e capazes de toda boa doutrina."  
Frei Bartolomeu de Las Casas.*

Ontem, dia 28 de dezembro, depois de conseguirmos arrecadar um bom número de doações, levamos a aldeia Rio Silveira, para entregar as vítimas do incêndio relatado na postagem anterior. Seguimos estrada debaixo de forte chuva e neblina, mas a vontade de estar logo entre eles era muito maior que o frio da estrada.

Assim que chegamos, nos encontramos com um representante da Funai, Márcio, o qual também já estava levando doações às famílias desabrigadas, e logo depois, chegou também um caminhão da Funai, com o material necessário para a reconstrução das novas ocas. O órgão foi muito rápido e eficiente nessa questão.

Notamos a felicidade e contentamento quando dividiram as caixas que levamos. Todos pegavam alguma coisa, mas somente tiravam aquilo que realmente precisavam, deixando sempre para o outro que chegaria depois. Roupas, calçados, brinquedos de toda a sorte, eram divididos justamente entre todos os membros do grupo. 

Foi muito bom perceber a alegria no rosto de todos eles. O conforto que receberam, pouco foi, se comparado a satisfação que nos davam, por estarem felizes.

Liviane, uma indiazinha de onze anos me abraçou, com uma bolsa dourada que ganhou das doações e disse: "Você me dá uma boneca?" Sim, minha pequena índia, lhe darei essa boneca grande de cabelos pretos que você me pediu, pois mais do que me pede, maior é a alegria e o amor que você nos faz sentir.

Em breve as famílias estarão novamente em suas novas ocas, e novos projetos estão sendo criados para melhorar a qualidade de vida dessas famílias. Para que possam continuar vivendo dentro de sua cultura, com algum conforto. A troca de conhecimentos é inenarrável, e sei que muito tenho a aprender com eles, mas pouco tenho a ensiná-los.

Ainda continuamos a aceitar doações, visto que as necessidades materiais da comunidade são enormes.
Nossos agradecimentos especiais ao Espaço de Dança Maktub e a Tina Domingos, que tão carinhosamente abraçou a obra e angariou doações maravilhosas para um momento tão difícil. Nossos agradecimentos a todos aqueles que de alguma maneira continuam nos incentivando a prosseguir nessa jornada!


Gratidão a todos!
Sandra e Wilner
Contato para doações:

Sandra Baptista: (011) 8129-1471
email: peladignidadehumana@terapiasecursos.com.br


*LAS CASAS, Frei Bartolomeu. Paraíso Destruído, O. pag. 27

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Natal na Aldeia


 
O Natal não é uma data comemorada pelos nossos indígenas, até porque não faz parte de sua cultura, e sim trata-se de uma festa absolutamente cristã.
Mas, aproveitamos a folga, e fomos para a aldeia, passar o dia com nossos amigos.
Uma surpresa, nos toma de assalto logo na entrada da reserva, quando nos deparamos com 3 ocas absolutamente queimadas por um incêndio ocorrido no dia 23 de dezembro, sexta-feira.
Todos os seus poucos objetos foram perdidos, como utensílios de cozinha e roupas. A comida não lhes falta, porque outras famílias os acolheram com alimentos, porém, os desabrigados, estão morando em cabanas improvisadas de plástico e lona, no meio dos terrenos de outras ocas.
Ficamos muito tristes com o acontecido, não por ser Natal, que para eles trata-se de um dia comum, mas pela sua perda, pela sua tristeza.
Não ouvimos nenhuma lamentação, mas a tristeza era clara nos olhos da senhora de mais ou menos 70 anos, que nos dizia: "A comida não falta, graças a Nhanderú, mas nem 'calcinha' eu tenho mais."

Esta semana estaremos levando doações que conseguimos levantar, tais como calçados, roupas e brinquedos.

Nossos agradecimentos a Tina Domingos, que tão gentilmente se mobilizou para a arrecadação na escola de dança Maktub.  Agradecemos a Wander Yukio, que estando conosco no dia da visita, retirou seus chinelos e doou no mesmo instante, ao indígena que perdeu seu único par tentando socorrer as vítimas do incêndio.

Aceitamos carinhosamente toda a ajuda que puderem nos dar, para melhorar as condições materiais dessas famílias que perderam suas ocas.
Gratidão a todos!
Sandra Baptista
Contato para doações:
(011) 8129-1471
e-mail: atendimento@terapiasecursos.com.br


Reserva Indígena Rio Silveira


 A Reserva Indígena Guarani do Rio Silveira está localizada na Mata Atlântica e faz divisa com os municípios de Bertioga e São Sebastião. Situada na Região Sul do município no bairro de Boracéia, está  a 60 KM aproximadamente do Centro Histórico de São Sebastião. 
Um belíssima praia de areias muito brancas e água verde clarinha, está há menos de 1 km distante da reserva, que é privilegiada pela riqueza da vegetação. Montanhas e cachoeiras ficam ao final, onde uma água muito limpa escorre pelas pedras milenares, embelezando ainda mais a paisagem.
Mesmo com a invasão do branco nas comunidades indígenas, seja para apoiar ou por curiosos, a cultura indígena dos Guaranis vem se mantendo, pois sua característica de vida reflete em sua cultura. 
Na Reserva do Rio Silveira, a cultura vem se mantendo e a cada evento realizado se reforçando, pois as tradições indígenas vem sendo passadas através da oralidade pelos ancestrais.
Os índios tem como moradia pequenas casas construídas em pau-a-pique coberta com palha e ou casas construídas com madeira da própria Aldeia, coberta com piaçava. A alvenaria, a madeira e a palha se misturam em sua construção, trazendo características indígenas bastante pronunciadas, e um pouco do conforto ocidental, como banheiros individuais para cada oca.
Os índígenas vivem economicamente do cultivo e comércio  de produtos agrícolas como o palmito, a pupunha; plantas ornamentais como orquídeas, bromélias e bastão do imperador e o artesanato indígena que é a base principal de sua atividade. Os produtos comercializados são responsáveis pelo desenvolvimento econômico da comunidade e a renda obtida com o comércio dos produtos, são investidos na complementação da renda das famílias envolvidas na produção. Não há produção de excedentes. Toda caça e doações recebidas gentilmente, são divididas entre todos os membros do grupo em partes iguais.
Quando existe um problema de saúde, segundo depoimentos que colhi entre os indígenas habitantes locais, primeiramente procuram a ajuda do pajé da comunidade, que com seus métodos de cura, busca o equilíbrio físico e emocional do doente. Somente se o caso realmente não for resolvido, então o serviço médico da prefeitura é procurado. 
Existe também uma escola de ensino fundamental, onde aprendem em sua língua, o guarani, e em português, que passa a ser introduzido, para as crianças após os 7 anos de idade.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011